Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A
razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão
de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar
depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. Preparei um guia simples sobre as principais formas da doença (logo abaixo). Se achar que ele é útil, espalhe. É a contribuição que eu e você podemos dar. Ela está ao alcance de um clique.
Outra coisa que está ao nosso alcance é questionar as escolhas do Ministério da Saúde em relação às campanhas de esclarecimento. Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo.
O impacto emocional que a simples menção à palavra aids causa na sociedade é compreensível. As humilhações, o estigma e o pavor provocado por essa doença ainda estão muito presentes no imaginário popular.
Quando os primeiros casos de aids foram descritos, nos Estados Unidos, a reação americana ficou entre a indiferença e a hostilidade. As vítimas, em geral homossexuais de Nova York e Los Angeles, eram rotineiramente expulsas de casa, demitidas do trabalho e tinham assistência médica negada. Morriam pelas ruas. A doença era chamada pejorativamente de "peste gay".
Os gays eram demonizados pelos conservadores. Entrou para a História o artigo de 1983 no qual Pat Buchanan, então consultor do então presidente, Ronald Reagan, afirmava: "Pobres homossexuais, declararam guerra à natureza e agora a natureza lhes dá o troco".
O presidente Reagan não tocou no assunto em público nos primeiros quatro anos da epidemia. Só se dirigiu à nação em 1985, quando mais de 12 mil americanos já haviam morrido de aids. A doença matou mais americanos que qualquer conflito armado, da Segunda Guerra Mundial ao Iraque.
Quando a aids apareceu, nem o governo, nem a imprensa, nem a comunidade gay reagiram com o devido senso de urgência. Mas nos anos seguintes a situação se inverteu. No Brasil, a aids vitimou pessoas com fácil acesso aos meios de comunicação. Tudo virava notícia.
Ainda hoje é assim. Há poucos dias, a agência americana que regula medicamentos (FDA) aprovou um remédio capaz de reduzir o risco de infecção. O que o fabricante fez foi juntar na mesma pílula duas drogas já usadas no tratamento. O risco de infecção caiu para 42% em alguns estudos. Em outros, chegou a 73%. A boa e velha camisinha é mais eficaz e custa infinitamente menos.
Não é a cura da aids, não é a primeira vacina eficaz, não é um método revolucionário de prevenção. Mesmo assim, a notícia ganhou a manchete principal de vários jornais brasileiros.
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas. Abaixo minha pequena contribuição para que sejam conhecidas:
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. Preparei um guia simples sobre as principais formas da doença (logo abaixo). Se achar que ele é útil, espalhe. É a contribuição que eu e você podemos dar. Ela está ao alcance de um clique.
Outra coisa que está ao nosso alcance é questionar as escolhas do Ministério da Saúde em relação às campanhas de esclarecimento. Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo.
O impacto emocional que a simples menção à palavra aids causa na sociedade é compreensível. As humilhações, o estigma e o pavor provocado por essa doença ainda estão muito presentes no imaginário popular.
Quando os primeiros casos de aids foram descritos, nos Estados Unidos, a reação americana ficou entre a indiferença e a hostilidade. As vítimas, em geral homossexuais de Nova York e Los Angeles, eram rotineiramente expulsas de casa, demitidas do trabalho e tinham assistência médica negada. Morriam pelas ruas. A doença era chamada pejorativamente de "peste gay".
Os gays eram demonizados pelos conservadores. Entrou para a História o artigo de 1983 no qual Pat Buchanan, então consultor do então presidente, Ronald Reagan, afirmava: "Pobres homossexuais, declararam guerra à natureza e agora a natureza lhes dá o troco".
O presidente Reagan não tocou no assunto em público nos primeiros quatro anos da epidemia. Só se dirigiu à nação em 1985, quando mais de 12 mil americanos já haviam morrido de aids. A doença matou mais americanos que qualquer conflito armado, da Segunda Guerra Mundial ao Iraque.
Quando a aids apareceu, nem o governo, nem a imprensa, nem a comunidade gay reagiram com o devido senso de urgência. Mas nos anos seguintes a situação se inverteu. No Brasil, a aids vitimou pessoas com fácil acesso aos meios de comunicação. Tudo virava notícia.
Ainda hoje é assim. Há poucos dias, a agência americana que regula medicamentos (FDA) aprovou um remédio capaz de reduzir o risco de infecção. O que o fabricante fez foi juntar na mesma pílula duas drogas já usadas no tratamento. O risco de infecção caiu para 42% em alguns estudos. Em outros, chegou a 73%. A boa e velha camisinha é mais eficaz e custa infinitamente menos.
Não é a cura da aids, não é a primeira vacina eficaz, não é um método revolucionário de prevenção. Mesmo assim, a notícia ganhou a manchete principal de vários jornais brasileiros.
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas. Abaixo minha pequena contribuição para que sejam conhecidas:
HEPATITE A
Transmissão: Pela água e pelos alimentos contaminados com fezes humanas
Sinais: De 15 a 45 dias após o contágio, a pessoa sente febre e mal-estar. Cerca de 20% dos infectados ficam com os olhos amarelados e a urina escura. Depois melhora espontaneamente. Na infância, a doença costuma ser leve. Nos adultos, sobretudo acima de 50 anos, pode ser grave e fatal. Nesse caso, há necessidade de transplante de fígado
Teste: Um exame de sangue identifica se a pessoa já tem anticorpos contra o vírus. Se não tiver, a vacina é altamente recomendável
Vacina: São necessárias duas doses, vendidas em laboratórios e clínicas particulares. A pessoa fica imunizada por toda a vida. O SUS oferece a vacina apenas a grupos específicos, como transplantados, crianças com HIV, portadores de doenças do fígado etc.
Tratamento: Rémedios para aliviar a febre e o mal-estar
HEPATITE B
Transmissão: Sexo, material perfurante, transmissão de mãe para filho na gestação
Sinais: De 15 a 180 dias após o contágio, a maioria sente febre e mal-estar. Em mais de 90% dos casos, os adultos se curam espontaneamente. Na infância, a taxa de cura espontânea é inferior a 50%. O vírus permanece no organismo causando danos ao fígado sem dar sinais. A doença costuma ser descoberta quando já virou cirrose ou câncer
Teste: Exames de sangue identificam os portadores do vírus (que precisam de tratamento) e quem pode se beneficiar da vacina
Vacina: São três doses. O SUS oferece a vacina a todos os menores de 24 anos e a alguns grupos específicos (profissionais da saúde, do sexo, imunossuprimidos, coletores de lixo etc.)
Tratamento: Na fase crônica, existem diversos remédios que tentam eliminar o vírus. Todos eles são oferecidos pelo SUS. O principal é o interferon (usado por cerca de seis meses). A taxa de sucesso fica entre 30% e 40%. Podem ser necessários antivirais pela vida toda
HEPATITE C
Transmissão: Material perfurante, transmissão de mãe para filho na gestação
Sinais: De 15 a 150 dias após o contágio, a doença se manifesta. Em mais de 90% dos casos, o paciente sente febre e mal-estar. A doença é leve, melhora espontaneamente e nem sequer é diagnosticada. Quando o vírus permanece no organismo, ele causa danos ao fígado sem ser notado durante mais de 20 anos
Teste: Exames de sangue identificam se a pessoa é portadora crônica do vírus e qual o melhor esquema de tratamento
Vacina: Não existe
Tratamento: Interferon peguilado e ribavirina de 24 a 48 semanas, dependendo do tipo genético do vírus. Segundo um anúncio feito nesta semana, o Ministério da Saúde passará a oferecer outras drogas que elevam a chance de cura. Elas interferem na replicação do vírus
HEPATITE D
Transmissão: Sexo, material perfurante, transmissão de mãe para filho na gestação Sinais: O vírus só infecta quem já tem o vírus B. Em mais de 50% dos casos a pessoa fica amarelada na fase aguda. Na fase crônica, a doença se agrava e pode matar por cirrose ou câncer de fígado Teste: Um exame de sangue identifica se a pessoa já tem anticorpos contra o vírus. Se não tiver, deve ser vacinada Vacina: A vacina contra o vírus B protege também contra o D Tratamento: Interferon peguilado associado ou não a outro antiviral. O tratamento costuma durar 48 semanas. Alguns pacientes precisam usar interferon durante vários anos
Por hoje é só, mas voltarei ao tema como tenho feito nos últimos anos. Se o que falta é informação, eu e você podemos fazer a nossa parte. Compartilhe.
* CRISTIANE SEGATTO Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 17 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais e internacionais de jornalismo.
Transmissão: Pela água e pelos alimentos contaminados com fezes humanas
Sinais: De 15 a 45 dias após o contágio, a pessoa sente febre e mal-estar. Cerca de 20% dos infectados ficam com os olhos amarelados e a urina escura. Depois melhora espontaneamente. Na infância, a doença costuma ser leve. Nos adultos, sobretudo acima de 50 anos, pode ser grave e fatal. Nesse caso, há necessidade de transplante de fígado
Teste: Um exame de sangue identifica se a pessoa já tem anticorpos contra o vírus. Se não tiver, a vacina é altamente recomendável
Vacina: São necessárias duas doses, vendidas em laboratórios e clínicas particulares. A pessoa fica imunizada por toda a vida. O SUS oferece a vacina apenas a grupos específicos, como transplantados, crianças com HIV, portadores de doenças do fígado etc.
Tratamento: Rémedios para aliviar a febre e o mal-estar
HEPATITE B
Transmissão: Sexo, material perfurante, transmissão de mãe para filho na gestação
Sinais: De 15 a 180 dias após o contágio, a maioria sente febre e mal-estar. Em mais de 90% dos casos, os adultos se curam espontaneamente. Na infância, a taxa de cura espontânea é inferior a 50%. O vírus permanece no organismo causando danos ao fígado sem dar sinais. A doença costuma ser descoberta quando já virou cirrose ou câncer
Teste: Exames de sangue identificam os portadores do vírus (que precisam de tratamento) e quem pode se beneficiar da vacina
Vacina: São três doses. O SUS oferece a vacina a todos os menores de 24 anos e a alguns grupos específicos (profissionais da saúde, do sexo, imunossuprimidos, coletores de lixo etc.)
Tratamento: Na fase crônica, existem diversos remédios que tentam eliminar o vírus. Todos eles são oferecidos pelo SUS. O principal é o interferon (usado por cerca de seis meses). A taxa de sucesso fica entre 30% e 40%. Podem ser necessários antivirais pela vida toda
HEPATITE C
Transmissão: Material perfurante, transmissão de mãe para filho na gestação
Sinais: De 15 a 150 dias após o contágio, a doença se manifesta. Em mais de 90% dos casos, o paciente sente febre e mal-estar. A doença é leve, melhora espontaneamente e nem sequer é diagnosticada. Quando o vírus permanece no organismo, ele causa danos ao fígado sem ser notado durante mais de 20 anos
Teste: Exames de sangue identificam se a pessoa é portadora crônica do vírus e qual o melhor esquema de tratamento
Vacina: Não existe
Tratamento: Interferon peguilado e ribavirina de 24 a 48 semanas, dependendo do tipo genético do vírus. Segundo um anúncio feito nesta semana, o Ministério da Saúde passará a oferecer outras drogas que elevam a chance de cura. Elas interferem na replicação do vírus
HEPATITE D
Transmissão: Sexo, material perfurante, transmissão de mãe para filho na gestação Sinais: O vírus só infecta quem já tem o vírus B. Em mais de 50% dos casos a pessoa fica amarelada na fase aguda. Na fase crônica, a doença se agrava e pode matar por cirrose ou câncer de fígado Teste: Um exame de sangue identifica se a pessoa já tem anticorpos contra o vírus. Se não tiver, deve ser vacinada Vacina: A vacina contra o vírus B protege também contra o D Tratamento: Interferon peguilado associado ou não a outro antiviral. O tratamento costuma durar 48 semanas. Alguns pacientes precisam usar interferon durante vários anos
Por hoje é só, mas voltarei ao tema como tenho feito nos últimos anos. Se o que falta é informação, eu e você podemos fazer a nossa parte. Compartilhe.
* CRISTIANE SEGATTO Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 17 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais e internacionais de jornalismo.
Meu nome é feliz, dos EUA, eu quero testemunhar de How I Got curado de HIV AIDS. Eu tenho vivido com esta doença mortal para os últimos 11 meses, eu fiz tudo o que posso para curar esta doença, mas todos os meus esforços foi abortiva até que eu conheci um velho amigo meu, que me contou sobre um Herbalist Africano que usar ervas e raízes para curar todos os tipos de doenças, embora eu nunca acreditei que ele pode curar o HIV, mas eu decidi dar-lhe uma tentativa, quando entrei em contato com ele, ele me ajudou a expulsar o vírus do meu corpo, baixa e eis que, quando eu fui para um check-up foi-me dito que eu sou negativo. Contacte este grande Herbalist através deste e-mail okonofuatem99@gmail.com ou você pode também adicionar-lhe o endereço de e-mail abaixo:
ResponderExcluirokonofua_solution_tem99@hotmail.com ou chamá-lo 2348153930869,
você pode entrar em contato comigo para obter mais detalhes me add no facebook happyaa4@gmail.com.
Ones agradecer novamente para você doutor Paul Emen i irá manter depor sobre você por salvar minha vida.
Eu ainda sou chocar e surpreender este grande milagre que aconteceu na minha família, meu marido e eu tenho sido de diferentes doenças i foi testado HIV positivo no ano passado, outubro e meu marido era HIV negativo Fiquei tão surpreso porque ele estava mesmo doente naquele momento e que nos levam para o hospital, mas o médico confirmou que ele tinha problema renal. desde então temos vindo a gastar dinheiro em todo recebendo medicamentos do hospital diferente, eu estava procurando através da internet para ajudar quando eu vi um comentário de pessoas falando sobre como o Dr. Paul Emen ajudou a curar sua doença HIV e outras doenças, eu didn 't acreditar, mas eu só escolher dar tentar as ervas e entrei em contato com ele através deste e-mail (okonofuatem99@gmail.com) e foi-me dito o que fazer, embora o meu foi mais estressante do que a de meu marido diferentes ervas foi enviado para o tanto de nós. Para minha maior surpresa depois de mim e meu marido ir pacientemente através do tratamento como a instrução dada a nós por este homem chamado Emen e fomos para um exame médico e o resultado foi negativo e confirmou mais uma vez que o meu marido estamos perfeitamente bem, até mesmo a nossa médico estava confuso, ele disse que nunca tinha visto este tipo de milagre antes. Dr Paul Emen nós verdadeira aprecio um bom trabalho em nossa vida de e Deus irá abençoá-lo para o bom trabalho que está fazendo. você também entrar em contato com este grande e poderoso homem, se você tiver qualquer problema através de seu e-mail: okonofua_solution_tem99@hotmail.com. você pode muito bem chamar-lhe +2348153930869.
ResponderExcluirEi Tony! Obrigado por essa paz de informação que você compartilhou sobre o Dr. Iyabiye sobre a cura da hepatite, ele é de fato uma bênção, entrei em contato com ele e me curei depois de aplicar seu tratamento. Ele me enviou o medicamento através do serviço de correio DHL foi fácil para mim e eu tomei o remédio por 4 semanas e fui para o hospital depois para um teste e foi negativo. Eu vim até aqui para lhe dizer que você está certo sobre a medicação dele, está tudo bem comigo agora. Muito obrigado. Apenas no caso de alguém lá fora, que vai gostar de alcançá-lo, aqui está o seu contato: iyabiyehealinghome@gmail.com Call / Whatsapp: +2348072229413
ResponderExcluirMeu nome é Donald Boykins, estou aqui para apreciar o Dr. Akhigbe por usar seu remédio herbal para curar meu vírus Herpes. Faz cerca de 3 anos e 6 meses que estou vivendo com esse vírus e isso tem sido um problema sério para mim. Fiquei tão confuso por estar tomando vários remédios para curar, mas todo o meu esforço foi em vão, uma manhã. Eu estava navegando na Internet, então vi vários testemunhos sobre o Dr. Akhigbe curando pessoas do vírus Herpes e imediatamente entrei em contato com o Dr. Akhigbe em seu e-mail: drrealakhigbe@gmail.com, contei a ele sobre meus problemas e ele me disse que devo ser curado, ele me deu algumas instruções e que eu segui corretamente. então ele preparou um remédio herbal e me enviou, que eu usei por 2 semanas e fui curado, tudo foi como um sonho para mim e meu vírus Herpes se foi totalmente, dr .Akhigbe, Deus te abençoe e lhe dê mais poder e capacidade Não sei se existe alguém que sofra de herpes vírus ou de alguma dessas doenças. DIBETAS, CÂNCER, HIV / AIDS, HERPES HEPATITIS A e B
ResponderExcluir, DOENÇA CARDÍACA, DOENÇA CRÔNICA etc. Por que você não entra em contato com o dr.Akhigbe hoje e está livre de suas doenças, porque ele é um médico muito bom e honesto e também é chamado de padrinho do fitoterapia, entre em contato com ele por e-mail; drrealakhigbe@gmail.com ou whatsApp ele em 2348142454860
site https: drrealakhigbe.weebly.com
O ótimo medicamento fitoterápico do Dr. imoloa é o remédio perfeito para o vírus HIV, eu fui diagnosticado com HIV por 8 anos e todos os dias estou sempre pesquisando, procurando uma maneira perfeita de me livrar dessa doença terrível, pois sempre soube que o que precisamos pois nossa saúde está bem aqui na terra. Assim, em minha pesquisa na internet, vi alguns testemunhos diferentes sobre como o Dr. imoloa conseguiu curar o HIV com seu poderoso remédio herbal. Decidi entrar em contato com este homem, entrei em contato com ele para obter o remédio herbal que recebi através do serviço de correio da DHL. E ele me guiou sobre como fazê-lo. Pedi-lhe soluções e bebi o remédio herbal por boas duas semanas. e então ele me instruiu a ir verificar o que eu fiz. eis que eu era (VIH NEGATIVO) .Obrigado a Deus pelo dr imoloa usou seu poderoso remédio herbal para me curar. ele também tem cura para doenças como: doença de parkison, câncer vaginal, epilepsia, Transtornos de Ansiedade, Doença Autoimune, Dor nas costas, entorse nas costas, Transtorno bipolar, Tumor cerebral, maligno, Bruxismo, Bulimia, Doença do disco cervical, doença cardiovascular, Neoplasias crônicas doença respiratória, distúrbio mental e comportamental, fibrose cística, hipertensão, diabetes, asma, artrite inflamatória auto-imune mediada. doença renal crônica, doença inflamatória articular, dor nas costas, impotência, espectro de álcool feta, Transtorno Distímico, Eczema, câncer de pele, tuberculose, Síndrome da Fadiga Crônica, constipação, doença inflamatória intestinal, câncer ósseo, câncer de pulmão, úlcera na boca, câncer de boca, corpo dor, febre, hepatite ABC, sífilis, diarréia, doença de Huntington, acne nas costas, insuficiência renal crônica, doença de addison, dor crônica, doença de Crohn, fibrose cística, fibromialgia, doença inflamatória intestinal, doença fúngica das unhas, doença de Lyme, doença de Celia, linfoma , Depressão Maior, Melanoma Maligno, Mania, Melorreostose, Doença de Meniere, Mucopolissacaridose, Esclerose Múltipla, Distrofia Muscular, Artrite Reumatóide, Artrite Reumatóide, Doença de Alzheimer - drimolaherbalmademedicine@gmail.com / call ou {whatssapp. +2347081986098
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